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Como Personagens Virtuais estão Transformando o Marketing em 2025

Quando pensamos em inteligência artificial no marketing digital, muitas vezes imaginamos chatbots, campanhas automatizadas e segmentação de anúncios. Mas vai muito além disso.

Recentemente, um fenômeno tomou conta das redes sociais brasileiras: a Marisa Maiô, uma personagem fictícia criada pelo roteirista Raony Phillips. Misturando humor ácido, estética de programas de TV e sátiras do cotidiano, Marisa ganhou milhões de visualizações em poucos dias.

O que poderia ser apenas uma brincadeira se transformou em um case de marketing com IA, mostrando como a tecnologia pode dar vida a novas formas de narrativa, engajamento e conexão com públicos diversos.

E aqui está o ponto: Marisa não é o fim em si mesma, mas um exemplo claro do que marcas, creators e times de marketing podem fazer com a inovação digital.

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Sumário

Por que conteúdos com IA viralizam tão rápido?

O segredo não está apenas na tecnologia, mas no storytelling aliado à IA. Personagens virtuais como a Marisa Maiô conseguem condensar elementos que funcionam muito bem no ambiente digital:

  • Vídeos curtos e dinâmicos, com menos de dois minutos, perfeitos para redes como TikTok, Instagram e X (Twitter).

  • Humor rápido e situações reconhecíveis, que fazem o público se identificar imediatamente.

  • Linguagem própria das redes sociais, com cortes ágeis e timing certeiro. 

Esse casamento entre formato + plataforma + narrativa é o que gera viralização. A IA atua como catalisadora, permitindo que uma ideia criativa se transforme em produção em escala e com consistência e segundo pesquisas da IAB Brasil, 8 em cada 10 profissionais ja usam inteligência artificial em suas estratégias de marketing.

O que as marcas podem aprender com esse movimento

O sucesso de Marisa Maiô chamou atenção de grandes empresas. Magazine Luiza e OLX, por exemplo, já fizeram campanhas com a personagem, transformando um avatar digital em canal real de mídia e engajamento.

Esse movimento ensina algo importante:

  • A Inteligência artificial pode acelerar a produção de conteúdo. Um avatar digital pode gerar dezenas de vídeos em poucas horas.

  • A marca ganha maior controle de imagem, reduzindo riscos associados a influenciadores humanos.

  • A diferenciação é imediata, porque usar personagens virtuais ainda é novidade e cria buzz espontâneo.

No entanto, o maior aprendizado é estratégico: quem se antecipa às tendências e experimenta cedo, conquista espaço e relevância antes dos concorrentes.

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Como aplicar IA e personagens digitais no seu negócio

O exemplo da Marisa é só a ponta do iceberg. Empresas de diferentes portes já podem começar a aplicar a IA de forma prática em suas estratégias de marketing:

  1. Avatares digitais para campanhas sazonais

    Imagine criar um porta-voz virtual da sua marca que pode aparecer em campanhas de datas especiais: Dia das Mães, Natal, Black Friday  sem depender de agendas ou altos cachês.

  2. Personalização em escala

    A IA permite adaptar a mesma mensagem para diferentes públicos, ajustando tom de voz, imagens e até sotaques de acordo com o perfil do consumidor.

  3. Produção de conteúdo em volume

    Enquanto um influenciador humano leva horas para gravar vídeos, um avatar pode gerar 50 versões diferentes em questão de minutos. Isso dá agilidade para testar formatos e aumentar presença digital.

  4. Integração com influenciadores humanos

    Ao invés de substituir pessoas, os avatares podem atuar como extensão da identidade de um creator ou em parcerias híbridas, misturando real e virtual.

Cuidados que não podem ser ignorados

Apesar do potencial, adotar personagens virtuais exige responsabilidade e estratégia. Alguns pontos críticos:

  • Transparência com o público: é fundamental deixar claro que se trata de conteúdo gerado por IA.

  • Questões legais e direitos autorais: definir quem detém a voz, imagem e roteiro do avatar é essencial para evitar disputas.

  • Uso ético da IA: existe risco de manipulação ou descontextualização. As marcas precisam garantir que o personagem seja usado dentro da proposta original.

Ou seja, a tecnologia é poderosa, mas precisa vir acompanhada de governança e cuidado jurídico, exatamente como já acontece em contratos com influenciadores tradicionais.

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A lição final: IA é amplificador, não substituto da criatividade

O que o fenômeno Marisa Maiô nos ensina é simples: a inteligência artificial não cria impacto sozinha. Se fosse apenas uma figura gerada por máquina, teria sido esquecida rapidamente.

O diferencial está no roteiro criativo, na crítica social embalada em humor e na conexão com o público. A IA entra como uma ferramenta que amplifica ideias humanas e permite que elas ganhem escala e velocidade.

Para marcas, creators e empresas, a lição é clara: quem conseguir unir criatividade + IA + timing cultural terá vantagem competitiva e será protagonista da próxima onda do marketing digital.

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Conclusão

Estamos diante de uma virada no marketing digital tão significativa quanto a chegada do YouTube, do TikTok ou dos podcasts. Os personagens digitais e os conteúdos gerados por IA não são mais experimentos isolados: são uma nova categoria de mídia.

A pergunta que fica não é “se” esse movimento vai se consolidar, mas quando a sua marca vai começar a explorar essa oportunidade. Porque, como mostrou o case de Marisa Maiô, quem chega primeiro conquista a atenção  e quem aprende a usar a IA com responsabilidade e criatividade, constrói relevância duradoura.

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