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Espaços de Coworking – Como contribuem com as empresas

Um grande problema para empresas que estão começando é a dificuldade de conseguir pagar toda a estrutura necessária para funcionarem. A partir dessa necessidade os espaços de Coworking surgem como um grande aliado dos novos empreendedores.

Desde 2007, quando chegou ao Brasil o primeiro coworking, o mercado tem se intensificado e apenas nos últimos três anos teve um acréscimo de mais de 100%. De acordo com o Primeiro Censo do setor, no ano de 2015, existem 238 espaços ativos no país, que respondem por mais de 6.500 posições de trabalho.

Estes espaços fornecem a um custo reduzido o espaço físico, internet, cozinha, salas de reunião, além de um ambiente que fomenta o crescimento através de integração com outras empresas e eventos em áreas de interesse. Eles carregam consigo um DNA comum, baseado em conceitos de economia colaborativa. Alguns têm estes conceitos mais aflorados e possuem apenas mesas compartilhadas nas quais os coworkers ocupam o seu espaço e logo ao lado outro empreendedor, muitas vezes de uma área completamente diferente, realiza seu trabalho. Paralelo a isto, existem espaços que, apesar de seguirem os fundamentos da economia colaborativa, prezam também pela privacidade dos coworkers e oferecem opções de salas privativas.

Com este modelo se identificam empresas com um perfil jovem, que têm interesse em permanecer em espaços criativos e de grande troca de experiências, mas passam por um momento de expansão e necessitam de áreas privativas onde possam trabalhar em equipe e com foco bem definido.

A Economia colaborativa se baseia no conceito de que o capital humano e do conhecimento têm o mesmo, senão mais valor que o capital monetário. Acredita-se que a economia do século XXI se baseará principalmente nestes conceitos, valorizando o contato humano e mudando a percepção industrial de relações comerciais.

A forma de trabalho mudou e junto com ela, a forma de criação. A abundância de ideias e o processo criativo em si tornaram-se exponenciais e com a inclusão de mais pessoas e equipes abrem-se mais possibilidades. Hoje há um consenso de que o ambiente de coworking é uma etapa passageira no ciclo de vida de uma empresa. As equipes tendem a se organizar para sobreviver e se desorganizar para evoluir.